sexta-feira, 12 de julho de 2013

Rui formaliza Mesa Permanente de Negociação com os servidores


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 O prefeito de Maceió, Rui Palmeira, e o secretário Municipal de Administração Recursos Humanos e Patrimônio, Jaelson Gomes, se reuniram na tarde desta quinta-feira (11) com os representantes dos sindicatos da capital para assinar o decreto que formaliza a Mesa Permanente de Negociação com os servidores. 

Esta foi mais uma ação que tem como foco prezar pelo diálogo aberto com os servidores do município. O prefeito Rui Palmeira assinou o documento que dá à Mesa o poder de atender os pleitos reivindicados pelas categorias. Nesta sexta-feira (12), será publicado no Diário Oficial do Município o despacho do prefeito em relação à rodada permanente de negociação.

Na oportunidade, os servidores apresentaram verbalmente ao prefeito Rui Palmeira a atual situação de muitos servidores de Maceió. Foi entregue pelos representantes sindicais alguns documentos com uma série de demandas para a melhoria do serviço público.

De acordo com Rui Palmeira, a gestão está de portas abertas para dialogar com os servidores públicos. “A Prefeitura de Maceió sabe da importância que o funcionalismo público tem. Abrimos um canal de comunicação no primeiro semestre que possibilitou a aprovação do projeto de lei que instituiu o reajuste salarial de 9% para os servidores públicos municipais”, destacou o prefeito, ressaltando também o desempenho do secretário Jaelson Gomes à frente das negociações.

O secretário de Administração Recursos Humanos e Patrimônio sustenta que a gestão estava em contato direto com os sindicatos, e com a formalização, os servidores estarão em sintonia com Poder Público. “O prefeito Rui Palmeira sempre fez questão de saber todos os procedimentos em relação à melhoria do serviço público. Estamos colocando em prática uma Mesa para tratar direto com o servidor todas as suas demandas. Estão envolvidas nesse processo diversas secretarias que trabalham em conjunto para resolver os problemas da população”, explicou Jaelson Gomes.

A postura da Prefeitura de Maceió é avaliada pelo Sindicato dos Servidores Públicos de Maceió e Regiões Metropolitanas do Estado de Alagoas como essencial para o desenvolvimento das funções dos funcionários.
Já o presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde, Fernando Cândido, salientou que a medida adotada pelo prefeito Rui Palmeira conseguirá resolver problemas enfrentados pelos servidores. “Assim que iniciou a gestão do prefeito Rui Palmeira, nós tivemos muitas respostas aos nossos encaminhamentos. Graças à abertura desse diálogo, alguns pleitos foram atendidos, outros estão em análise. É sinal que conseguimos avançar”, argumentou.

Componentes

 

A Mesa Permanente será composta por representantes das Secretarias Municipais de Administração Recursos Humanos e Patrimônio, de Governo, de Finanças, Planejamento e Desenvolvimento e da Procuradoria Geral do Município.

Também estarão como membros da Mesa os representantes do Sindicato dos Servidores Públicos de Maceió e Regiões Metropolitanas do Estado de Alagoas (Sindspref), do Sindicato dos Servidores da Companhia Municipal de Administração, Recursos Humanos e Patrimônio e da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
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Ato sindical "esvazia" Maceió e não atrai população


Lojas localizadas na região e até um supermercado fecharam as portas mais cedo



Cerca de mil pessoas se concentraram na Praça do Centenário na tarde desta quinta-feira, 11, a maioria ostentando bandeiras de sindicatos e movimentos sociais, como Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento Sem Terra (MST), Sindicato dos Trabalhadores da Previdência (Sindprev), Sindicato dos Policiais Civis (Sindpol) e Sindicato dos Jornalistas (Sindjornal), que protestam pela volta da obrigatoriedade do diploma.

Por volta das 15h20, os manifestantes utilizaram os microfones do trio elétrico para pedir que os ônibus parem de circular até o final do protesto e interditaram a Avenida Moreira e Silva no sentido Farol/Centro. O grupo deve seguir em passeata até o Palácio República dos Palmares, passando pelos prédios do Tribunal de Justiça (TJ/AL) e da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) e retornando para a praça.

Contrastando com a aparente organização do movimento, as lojas localizadas na região e até um supermercado fecharam as portas mais cedo e a perspectiva é que a maioria dos ônibus seja recolhida. No Centro, prédios públicos e lojas também encerraram seus expedientes por volta do meio-dia, deixando as ruas desertas.

Laís Cavalcante, representante da Associação Nacional dos Estudantes (ANEL) disse que esperava a presença de cerca de seis mil estudantes na manifestação, mas acredita que o recolhimento dos coletivos e o fato de escolas e faculdades terem suspendido as aulas tenha enfraquecido o movimento.

Josimar Melo, presidente do Sindpol, disse que o movimento conta com adesão maciça da categoria. “As delegacias estão fechadas e estamos com apenas 30% do efetivo, somente para a realização de flagrantes”, informou.

A presidente da Central Única dos Trabalhadores em Alagoas (CUT-AL), Amélia Fernandes avaliou a mobilização como positiva. "Diversos segmentos representando os trabalhadores estão aqui representados. As pautas são diversas e justas tendo como objetivo maior a qualidade de vida para os trabalhadores".

Juan Gonzalez, integrante da CUT e do Sindicato dos Bancários, disse que o movimento é simbólico para se juntar à mobilização nacional por um País melhor. “Os trabalhadores que estão aqui sempre estiveram acordados”, destacou.

Equipes da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) e da Polícia Militar estão acompanhando a manifestação, que acontece simultaneamente em todo o País.

O grupo fez uma parada na frente do Palácio república dos Palmares, sede do governo estadual e seguiu pelo Centro da cidade em direção à sede do Tribunal de Justiça, na praça Deodoro. Outro ponto de parada foi a Assembléia legislativa de Alagoas (ALE). 

Segundo informou a presidente da CUT, "após a caminhada o grupo retornará à Praça Centenário, no Farol, para encerrar a mobilização".

Nesta manhã, protestos de trabalhadores rurais, movimentos sociais e sindicatos bloquearam vários pontos de rodovias estaduais e federais no estado. Em Maceió, os manifestantes bloquearam a entrada do Porto e a rua e outro grupo ficou concentrado na Secretaria de Gestão Pública (Segesp).