segunda-feira, 15 de julho de 2013

Concurso da CBTU vai ofertar 32 vagas para Maceió; salários chegam a R$ 5 mil




A Companhia Brasileira de Trens Urbanos, vinculada ao Ministério das Cidades, abrirá concurso nas seis capitais onde atua para preencher 525 vagas com regime de contratação celetista. São oportunidades de nível médio, técnico e superior imediatas e para a formação de cadastro reserva. Para Maceió, serão ofertadas 32 vagas. 

Os salários podem chegar a R$ 5.087,42, acrescidos de benefícios como vale alimentação e vale-transporte, e vantagens, como adicional por tempo de serviço (quinquênio), reembolso de assistência médica e odontológica, auxílio creche, previdência complementar.

A distribuição das vagas será entre realizada entre as regionais de Belo Horizonte (52), João Pessoa (61), Maceió (32), Natal (56), Recife (203) e Rio de Janeiro (121). Entre os cargos, estão as funções de segurança ferroviário, operador de estação, condutor de veículos metroferroviários, operador de máquinas e equipamentos, administrador, advogado, psicólogo, segurança do trabalho, engenheiro de transportes, engenheiro mecânico, entre outros. No último dia 27 de junho, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) o extrato relativo à licitação para a definição da empresa realizadora do concurso, com data prevista de escolha para o dia 14 de agosto.

O presidente da companhia, Francisco Colombo, explicou que a intenção do concurso é suprir as demandas que estão por vir, devido a reposição do número de empregados que já se aposentaram e se aposentarão, decurso de tempo desde o último concurso, implantação de novas tecnologias, aumento do quantitativo de veículos metroferroviários, criação de novas estações, entre outros, necessitando da contratação de mais empregados para trabalharem nos setores da CBTU. “É uma prioridade e vamos fazer acontecer este concurso”.

Jovem vítima de ataque dos talibãs emociona plateia em assembleia da ONU



Foi assim que assim as Nações Unidas homenagearam o aniversário de Malala Yousafzai, que completa 16 anos nesta sexta-feira
A adolescente vítima de um atentado talibã ao sair da escola, no Paquistão, foi homenageada nesta sexta-feira (12) pela ONU.

Dia de Malala. Foi assim que assim as Nações Unidas homenagearam o aniversário de Malala Yousafzai, que completa 16 anos nesta sexta-feira (12).

A jovem paquistanesa se tornou um símbolo mundial ao defender a educação de meninas. Há nove meses ela foi baleada na cabeça ao sair da escola, no norte do Paquistão. A milícia talibã assumiu a autoria do atentado.

Para os talibãs, a educação de mulheres é contrária aos ensinamentos da religião islâmica. Os radicais já atacaram mais de 800 escolas para meninas no Paquistão.

"Eles acharam que uma bala iria me calar. Mas eles falharam, e do silêncio vieram milhares de vozes", afirmou Malala. "Dentro de mim, fraqueza, medo e desesperança morreram. Força, poder e coragem nasceram", completou.
O discurso, nas Nações Unidas, foi acompanhado por 500 jovens de diversos países. Malala pediu que os líderes mundiais trabalhem para garantir que todas as crianças tenham acesso à educação.

"Nossos livros e nossas canetas são nossa arma mais poderosa. Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo", afirmou.


Ataques de avião dos EUA e da Força Aérea do Paquistão matam 19



Paquistão tem sofrido uma onda de ataques de militantes desde que o primeiro-ministro do país, Nawaz Sharif, assumiu o cargo no mês passado


                     Pelo menos 19 supostos militantes, incluindo dois estrangeiros, foram mortos em uma região tribal sem lei no Paquistão durante uma operação militar paquistanesa e um ataque separado por um avião teleguiado dos Estados Unidos, disseram as autoridades de segurança no domingo.

                       O Paquistão tem sofrido uma onda de ataques de militantes desde que o primeiro-ministro do país, Nawaz Sharif, assumiu o cargo no mês passado, colocando pressão sobre sua equipe para que aja de forma mais agressiva para conter a insurgência.

                        Ataques com mísseis de aviões não-tripulados dos EUA causaram os maiores danos contra combatentes do Taliban nas regiões montanhosas que se estendem pela fronteira afegã nos últimos anos, às vezes causando pesadas baixas civis.

                       No terceiro ataque desse tipo desde que Sharif chegou ao poder, dois supostos militantes em uma motocicleta foram atingidos por mísseis na região de Mir Ali, no Waziristão do Norte, no sábado à noite, disse uma autoridade.

"Dois homens, provavelmente cidadãos árabes, estavam passando pelo vilarejo de Mosaki quando o drone (avião teleguiado) lançou dois mísseis e os atingiu," disse a autoridade.

                       Outra fonte de segurança disse que eles eram militantes estrangeiros do Turcomenistão.

                      É difícil verificar o impacto de ataques de aviões não tripulados nos militantes e nos civis, porque observadores independentes e jornalistas praticamente não têm acesso às áreas onde a maioria dos ataques ocorre.

                     O governo, ao mesmo tempo que condena os ataques com esse tipo de aeronave, dizendo que são uma violação à sua soberania, quer parecer decisivo nos seus próprios esforços para combater os militantes em seu território e prometeu preparar uma nova estratégia de segurança para lidar com a insurgência.

Em uma operação separada da força aérea paquistanesa, jatos atacaram vários esconderijos de militantes durante a noite, matando pelo menos 17 insurgentes, disseram autoridades de segurança do alto escalão.

"Essas regiões são conhecidas como redutos dos militantes, de onde eles realizam ataques mortais em Kohat e Peshawar," disse uma autoridade em Kohat à Reuters, sob a condição de anonimato.

Autoridades militares paquistanesas acreditam que as montanhas que ligam as regiões tribais de Orakzai, Khyber e Kurram são alguns dos principais redutos dos militantes ligados ao Taliban, no Paquistão.

Outra alta autoridade militar da cidade fronteiriça do noroeste, Peshawar, confirmou que os ataques aéreos aconteceram "em algum lugar entre Orakzai e Khyber".

"Podíamos ouvir o barulho dos caças e ver as chamas quando as bombas foram lançadas nas montanhas," disse Shafqat Hussain, residente de Kohat, sobre a operação noturna.

Muitos talibans e seus aliados da Al Qaeda fugiram do Afeganistão para as regiões tribais do Paquistão, depois da invasão dos Estados Unidos em 2001. Eles recuaram ainda mais para as montanhas depois de uma ofensiva do Exército do Paquistão em 2009, lançando ataques de lugares onde as forças terrestres não conseguem alcançá-los.